Olá Pessoal!
Acredito que a maioria de vocês conhece e canta uma bela canção de Renato Russo que diz assim:
“Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja
Ou se envaidece...”
Agora olhem a semelhança com as sentenças abaixo:
“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine. Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada...
...A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante. Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. A caridade jamais acabará.”.
Agora pensem comigo: Pra ser caridoso é preciso amar... caridade é o amor!
A música inspirada em trechos escritos pelo apóstolo Paulo e por Camões. O texto abaixo da música foi retirado da Bíblia, da primeira carta de São Paulo aos Coríntios, capítulo 13.
Resolvi postar isso aqui hoje, pois ontem participei de uma belíssima palestra sobre o amor e a caridade e queria compartilhar um pedacinho disso com vocês!
beijos
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